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24º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A

17 de setembro de 2017

O que segue é um Roteiro de Celebração dominical da Palavra presidida por ministro ou ministra leigo/a, mas os elementos podem ser úteis também para preparar a celebração eucarística. As leituras indicadas são do Lecionário dominical. Os comentários das leituras são para ajudar a equipe que prepara, não deve ser usada no momento da celebração. Depois do evangelho há uma pequena meditação para ajudar a quem deve fazer a homilia. A oração de ação de graças dentro do roteiro é uma proposta recitada. No final deste roteiro há uma versão cantada: a melodia se em encontra no CD COMEP, ‘Ação de Graças no Dia do Senhor’. Há ainda no final deste roteiro o rito da aspersão que sempre pode ser usado aos domingos no lugar do ato penitencial.


Domingo do perdão ilimitado. Recordando o memorial da páscoa de Jesus Cristo, louvamos o Pai por sua grande misericórdia em nos dar, por meio dele, o perdão que nos reconcilia e nos põe no caminho da justiça.

Celebramos a páscoa de Jesus Cristo que se manifesta em todas as pessoas e grupos que assumem a prática da compaixão e da misericórdia como norma de vida, especialmente aqueles que se engajam na campanha pelo cancelamento da dívida externa dos países do Terceiro Mundo.

Ouve, Senhor, as preces do teu servo e do teu povo eleito. Dá a paz àqueles que esperam em ti, para que os teus profetas sejam verdadeiros.   (Eclo 36,18)


CHEGADA

1. Refrão meditativo escolher no livro de canto, ou:

Louvarei a Deus, seu nome bendizendo.

Louvarei a Deus, a vida nos conduz.

 

RITOS INICIAIS

2. Canto de abertura

O Senhor é minha luz, ODC p.239; Oi, louvai o Senhor nosso Deus, ODC, p. 279; Ao Senhor dai graças, ODC, p. 217.

 

Procissão, com a cruz e o lecionário

 

3. Sinal-da-cruz

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

4. Saudação 

A graça e a  paz do Senhor Jesus estejam com vocês.

Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

5. Acolhida, sentido da celebração e recordação da vida

O(a) animador(a), com breves palavras, acolhe as pessoas, sobretudo as visitantes,  introduz o sentido do domingo e convida a assembleia a lembrar fatos marcantes que são sinais da páscoa de Jesus na vida pessoal, na comunidade, no mundo...

Exemplo de como fazer:

É bom estamos aqui, neste dia de domingo, buscando reavivar o sentido das nossas vidas e das nossas lutas, na presença do Ressuscitado entre nós. Acolhemos com alegria as pessoas que estão nos visitando ou chegando em nossa comunidade (dizer nomes ou pedir que se apresentem...). Podemos trazer lembranças de pessoas e acontecimentos que estamos acompanhando ou que marcaram a semana que passou...

Deixar que as pessoas falem ou, se isso não for possível, deixar que equipe fale, ou até mesmo quem preside pode trazer algumas lembranças.

Terminando, quem preside, introduz o anto penitencial:

6. Ato penitencial

De coração contrito e humilde, invoquemos a compaixão do Cristo, e imploremos sobre nós o seu perdão:

Senhor que vieste, não para condenar, mas para salvar, tem piedade de nós.

Senhor tem piedade de nós.

Cristo, que acolhes quem confia em tua misericórdia, tem piedade de nós.

Cristo, tem piedade de nós.

Senhor, que muito perdoas a quem muito ama, tem piedade de nós.

Senhor tem piedade de nós.

Deus todo amoroso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.

Pode-se escolher outras formas de Ato penitencial, no livro de canto, ou no missal. Ou: No lugar do ato penitencial, pode-se fazer o rito da aspersão (Cf. abaixo)

7. Glória

8. Oração inicial

Ó Deus, criador e senhor do universo,

olha para as nossas necessidades.

Faze-nos sentir profundamente em nossas vidas

a força da tua misericórdia,

para que possamos nos dedicar,

com todas as forças,

ao teu santo serviço

e ter para com nossos irmãos e irmãs

os mesmos sentimentos que tens para conosco.

Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

.

 

 

LITURGIA DA PALAVRA

9. Primeira leitura - Eclesiástico: 27,33-28,9

Um sábio do século II antes de Cristo, preocupado em superar a compreensão da lei como "dente por dente, olho por olho", assim medita sobre as relações entre as pessoas.

 

10. Salmo responsorial 103(102)    (H 3, p. 144-5)

Agradecemos a Deus sua compaixão e misericórdia para conosco, com as palavras deste salmo.

 

O Senhor é bondoso,

compassivo e carinhoso.

 

Bendize, ó minh'alma, ao Senhor,

e todo o meu ser, seu santo nome!

Bendize, ó minh'alma, ao Senhor,

não te esqueças de nenhum de seus favores!

 

Pois ele te perdoa toda culpa

e cura toda a tua enfermidade;

da sepultura ele salva a tua vida

e te cerca de carinho e compaixão.

 

Não fica sempre repetindo as suas queixas,

nem guarda eternamente o seu rancor.

Não nos trata como exigem nossas faltas,

nem nos pune em proporção às nossas culpas.

 

Quanto os céus por sobre a terra se elevam,

tanto é grande o seu amor aos que o temem;

quanto dista o Nascente do Poente,

tanto afasta para longe nossos crimes.

 

 

11. Segunda leitura - Romanos: 14,7-9

Diante dos vários modos de viver e expressar a fé na comunidade, Paulo, preocupado em manter a unidade entre os irmãos e irmãs, assim se expressa.

 

12. Aclamação ao evangelho - (H 3, p. 216)

Aleluia, aleluia, aleluia!

Eu lhes dou este novo mandamento,

nova ordem, agora, eu lhes dou:

que se amem vocês mutuamente,

como eu os amei, diz o Senhor!

 

13. Proclamação do evangelho - Mateus 18,21-35

Com a parábola que vamos ouvir, Mateus encerra o quarto grande discurso de Jesus, sobre a vida da comunidade.

 

O(a) leitor(a) se dirige à assembleia com esta saudação:

O Senhor esteja com vocês. Ele está no meio de nós.

Fazendo o sinal-da-cruz na fronte, na boca e no peito:

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo...

Glória a vós, Senhor.

Proclama o evangelho e no final da leitura conclui:

Palavra da Salvação. Glória a vós, Senhor.

Beija o livro e o mostra para a assembleia, que se inclina, num gesto de adesão à Palavra.

14. Homilia - Dicas para preparar a homilia , cf. abaixo:

Sugestão de como fazer:

No contexto do discurso de Jesus sobre a comunidade – tema de todo o capítulo 18 -, Pedro, discípulo que representa a comunidade, quer saber até onde estamos obrigados a perdoar. Na resposta do Senhor não tem “até onde”.  “Setenta vezes sete” quer dizer que sempre teremos que perdoar, e que não há limites para o amor. E aí Jesus conta a parábola do devedor que foi perdoado de uma grande dívida e não foi capaz de perdoar um companheiro que lhe devia uma pequena quantia. 

Jesus parte de um fato da vida, entre os muitos que se conhecem na Palestina, em que as pessoas podiam ser vendidas como escravas em troca de suas dívidas. Faz uma advertência a Pedro e aos líderes da comunidade, convidando-os a perceber que o perdão fraterno se apóia na misericórdia do Pai, que é gratuita e sem limites.

Jesus mesmo é a testemunha fiel desse amor incondicional, dessa ternura que foi capaz de perdoar até mesmo quem o estava matando. E é graças a isto que Pedro e cada um de nós passamos a fazer parte da nova comunidade dos que crêem. Esta realidade do amor de Deus que nos acolhe e nos perdoa incondicionalmente serve de base para a experiência do perdão que Jesus nos propõe: uma pertença mais permanente à comunidade, que exige de nós a capacidade de viver o cotidiano, de carregar o fardo da convivência. Ao mesmo tempo, projeta-se e se amplia para a sociedade toda, convidando-nos a pensar um mundo tal como propunha a prática bíblica do jubileu, em que as dívidas injustas – como a eterna dívida externa - sejam perdoadas e a redenção tome conta da face da terra.

Cada celebração litúrgica na sua totalidade - e não apenas o chamado ato penitencial  - é sinal de misericórdia de Deus e da misericórdia que, em nome de Deus, exercemos uns com os outros e que desejamos que seja instituída na sociedade. Mesmo que não realizemos ritualmente o ato penitencial – e há ocasiões em que ele é desnecessário -, há uma dimensão de perdão e reconciliação que faz parte da própria essência da assembléia litúrgica.

Afinal, foi só por sua misericórdia e compaixão que fomos tirados das trevas à luz e reunidos em comunidade para cantar, para sempre, as ternuras do seu amor.

 

16. Preces

Irmãos e irmãs, Jesus intercede agora por todo o seu povo junto do Pai. Vamos nos unir à sua prece, dizendo:

Escuta-nos, Senhor.

- Ó Cristo, renova as comunidades cristãs na força do teu Espírito, para que testemunhem no mundo a paz e a unidade.

- Ó Cristo, amigo dos pobres, reúne os que estão dispersos e sem orientação, sustenta os abandonados, nós te pedimos.

- Liberta, Senhor, os prisioneiros, restitui a luz aos cegos, acolhe os órfãos e as viúvas, ouve o clamor do teu povo que sofre.

Preces espontâneas... Quem preside conclui:

Atende, as nossas preces e guia-nos em teus caminhos, tu que és nosso irmão e nosso Salvador. Amém.

17. Coleta de bens

É o momento de trazer donativos ou o dízimo para as necessidades da comunidade, enquanto a assembleia canta (escolher  no livro de canto).

Terminada a coleta, todos/as se levantam, os/as ministros/as trazem o pão consagrado para o altar. Quem preside, aproximando-se do altar, faz uma breve inclinação e dá início à ação de graças.

AÇÃO DE GRAÇAS

18. Convite à ação de graças

Quem coordena, faz o convite:

O Senhor esteja com vocês.

Ele está no meio de nós!

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

É nosso dever e nossa salvação!

19. Oração de ação de graças

Quem coordena continua, proclamando a oração que segue (ou cantando, cf. abaixo):

Nós te damos graças, ó Deus da vida,

porque neste dia santo de domingo

nos acolhes na comunhão do teu amor

e renovas nossos corações com a alegria da ressurreição de Jesus.

Nós te damos muitas graças, de rogamos, ó Senhor.

Esta comunidade aqui reunida

recorda a vitória de Jesus sobre a morte,

escutando a sua Palavra e dando graças,

na esperança de ver o novo céu e a nova terra,

onde não haverá mais fome, nem morte, nem dor,

e onde viveremos na plena comunhão do teu amor.

Nós te damos muitas graças, de rogamos, ó Senhor.

Com Jesus que, muitas vezes, reuniu-se com os seus

para comer e beber, revelando que o teu reino havia chegado,

nós também nos alegramos com ele nesta mesa.

Nós te damos muitas graças, de rogamos, ó Senhor.

Envia sobre nós o teu Espírito, 

apressa o tempo da vinda do teu reino,

e recebe o louvor de todo o universo

e de todas as pessoas que te buscam.

Glória a ti, Senhor, graças e louvor.

Toda a nossa louvação chegue a ti em nome de Jesus,

por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou:

Pai nosso... pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

20. Abraço da paz

Saudemo-nos, uns aos outros, com o sinal da reconciliação e da paz!

21. Rito da comunhão

Quem preside tomando nas mãos o prato com as hóstias diz:

Assim disse Jesus: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome e o que crê em mim nunca mais terá sede”.

Mostrando o pão consagrado:

Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo!

Senhor, eu não sou digno(a)...

Meu Pai não vai perdoar, H 3, p. 256-7; Senhor, fazei-me instrumento, H 3, p. 443; Se eu não tiver amor, ODC p. 253.

 

Quem preside faz a oração do respectivo domingo no Dia do Senhor (ou no missal) . Ou a que segue.

 

22. Oração final

Pai,

tua misericórdia nos reuniu neste domingo

para ouvir tua palavra

e participar de tua mesa.

Que ela nos acompanhe

todos os dias desta nova semana,

para que sejamos, em verdade,

discípulos e discípulas daquele que nos perdoou

e nos ensinou a perdoar ofensas e dívidas.

Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

RITOS FINAIS

23. Comunicações

24. Bênção

O Senhor nos abençoe e nos guarde. Amém.

O Senhor faça brilhar sobre nós a sua face e nos seja favorável. Amém.

O Senhor dirija para nós o seu rosto e nos dê a paz. Amém.

Abençoe-nos o Pai, e o Filho e o Espírito Santo. Amém.

A alegria do Senhor seja a nossa força. Vamos em paz e o Senhor nos acompanhe.

Graças a Deus.

 

 

 

 

 

__________________

Apêndice

 

RITO DA ASPERSÃO DA ÁGUA

 

Junto à pia batismal, de pé, a pessoa que coordena convida a comunidade:

Irmãos e irmãs bendigamos ao Deus da vida por esta água e peçamos que ele renove em nossa vida a graça do santo batismo, para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.

Todos rezam em silêncio. O(a) coordenador(a) faz a oração:

Deus de bondade e compaixão,

tu nos deste a irmã água, fonte de toda vida,

e quiseste que, por ela, recebêssemos

o batismo que nos consagra a ti.

Nós te bendizemos pela água benfazeja!

Renova, no mais profundo

de cada um (cada uma) de nós,

a fonte viva de tua graça,

para que, livres de todos os males,

possamos caminhar sempre em tuas estradas

e praticar aquilo que é agradável aos teus olhos.

Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Aspersão dos fiéis enquanto se canta (no tempo comum e Pentecostes)

Lavados na fonte viva, / do lado aberto de Cristo,

transpomos, vitoriosos, / as portas do paraíso! (bis)

Aleluia, aleluia! Aleluia, aleluia!        

Ao terminar a aspersão, quem preside conclui:

Que Deus, em sua misericórdia, nos liberte de todo o pecado, e nos conceda vida eterna. Amém.

Segue o ‘Senhor tem piedade de nós’ (podendo, neste caso, omitir o glória):

Senhor tem piedade de nós.

Senhor tem piedade de nós.

Cristo tem piedade de nós.

Cristo tem piedade de nós.

Senhor tem piedade de nós.

Senhor tem piedade de nós.           

 

Canto de ação de graças

( CD comep ação de graças no Dia do Senhor - faixa 18)

Este canto substitui a oração de ação de graças (cf. n. 18-19 acima:

C: O Senhor esteja com vocês.

T: Ele está no meio de nós!

C: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

T: É nosso dever e nossa salvação! 

1. Para nós é um prazer

bendizer-te, ó Senhor,

celebrar o teu amor

por Jesus teu bem-querer!

2. Te louvamos, ó Senhor,

pelo céu e pelos mares,

Pela terra e pelos ares,

criação do eterno amor!

3. Te louvamos, ó Senhor,

pela nossa humana história,

que revela tua glória,

teu poder libertador. (bis)

4. Te louvamos, ó Senhor,

 por Jesus teu Filho amado

Entre nós ressuscitado

do Reino servidor.

Quando há partilha de alimentos em vez de comunhão:

Dando graças relembramos,

 de Jesus em tantas ceias,

e com ele em nossa mesa

nós também nos alegramos

 

5. Teu Espírito congregue

tudo quanto está disperso;

tua Igreja em vida e verso

o teu reino manifeste!

 

6. Finalmente a nossa boca,

inspirada por teu Filho,

e seguindo o seu ensino,

o teu santo nome invoca:

T: Pai nosso... pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

 

DICAS PARA PREPARAR A HOMILIA

 

Seguindo o método da Leitura orante (ler, meditar, orar, contemplar), indicamos cinco passos para preparar a homilia:

1) Escolher um tempo durante a semana e um lugar onde seja possível o silencio... Antes de começar a leitura, invocar o Espírito Santo...

2) Ler os textos, começando pelo evangelho. Ler com atenção. Ler mais de uma vez. Prestar atenção nas personagens, sublinhar os verbos ou as palavras chaves. Se durante a leitura, se distrair, voltar pro começo. Ler também a primeira leitura, a segunda, o salmo.

3) Na leitura Deus se revela a nós em Jesus. Perguntamos o que Deus nos fala na Palavra: que boa notícia traz para a nossa vida e a vida de nossa comunidade? Que atitude pede de nós, que mudança de vida? A Palavra é espelho da nossa vida (autoconhecimento).

4) Silenciar por um momento diante do Pai, em oração. Agradecer pela luz que a sua palavra traz, ou pedir ajuda para compreendê-la melhor. Entrar no silêncio de Deus, Contemplar a sua presença manifestada em Jesus e na própria vida. Deixar que a Palavra lida e meditada ecoe no coração ao longo do dia e da semana. Abrir-se a novas atitudes, optar conscientemente por gestos concretos de amor, de doação suscitados pela Palavra.

5) Anotar os pontos que queremos desenvolver na homilia da comunidade e estar atentos/as ao que Espírito suscitar à medida que a Palavra vai crescendo dento do coração e na própria  conduta.

 Alguns cuidados que devemos ter ao preparar a homilia:

- Homilia não é palestra nem aula, é uma conversa; sua finalidade é “expor os mistérios da fé, que se referem à pessoa de Jesus” (cf. SC 51), partindo dos textos bíblicos e levando em conta a vida da comunidade.

- Homilia tem começo meio e fim. Nunca começar com algo que cause constrangimento e, ao terminar, buscar uma síntese, apontando para a boa notícia e exortando à conversão.  Evitar dar lição de moral.

- Falar pouco é regra preciosa, não mais de dez minutos, mas isso não significa empobrecer o conteúdo. É importante falar o essencial, usando uma linguagem acessível, coloquial.

- A homilia é parte integrante de toda a celebração, por isso nem começa e nem termina com sinal da cruz ou com “louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo”...