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Histórico


          A Revista de Liturgia, começou a ser publicada no Brasil em 1973, pela Congregação Pias Discípulas do Divino Mestre, com o apoio e incentivo de Dom Evaristo Arns, então cardeal da Igreja católica em São Paulo, da Comissão Arquidiocesana de Liturgia, da CNBB nacional e, mais tarde, do Centro de Liturgia, então pertencente à Faculdade Nossa Senhora da Assunção em São Paulo.
          Inicialmente foi lançada com o nome da edição italiana - A Vida em Cristo e na Igreja – tendo como subtítulo Revista Bimestral de Liturgia. Na década de 90, assumiu o nome - Revista de Liturgia – com o qual se tornou realmente conhecida no Brasil. É uma revista de liturgia editada a cada dois meses.
          No editorial do número inaugural, Dom Clemente Isnard, presidente da Comissão Nacional de Liturgia, indicava o perfil da Revista: “Não se trata de uma publicação erudita, mas de uma revista de estilo monográfico, destinada a atingir uma grande faixa das nossas comunidades eclesiais até agora privadas de um meio de comunicação especializado nesta matéria”.O formato monográfico dos primeiros anos da revista, respondia a uma demanda, já que naquele momento havia pouca literatura litúrgica em português. Deixou de ser monográfica, para ser mais diversificada, sem perder em nada sua qualidade quanto à teologia e a perspectiva pastoral.
          Desde o início teve a sua marca: matérias inéditas, a partir e em função da pastoral litúrgica das nossas comunidades eclesiais, de autores brasileiros ou que estivessem inseridos na Igreja do Brasil. Acompanhou o processo de renovação litúrgica, aliando-se ao trabalho da CNBB, de fazer valer no Brasil, a liturgia conforme o movimento litúrgico que culminou no Concílio Vaticano II, e que teve seus desdobramentos nas Conferências latinoamericanas e caribenhas, de Medellín a Aparecida.
          E lá se vão 42 anos de existência, 248 edições, que versam sobre os mais diversos temas - a Eucaristia e os demais sacramentos, a Celebração dominical da Palavra, o Ano Litúrgico, o Ofício Divino, a música, os Sacramentais - tendo presente a teoria e a prática, na perspectiva latino-americana, com uma linguagem acessível, assumindo a metodologia que parte do rito articulado com a vida, para chegar à teologia e à espiritualidade. Promoveu durante anos o Ofício Divino das Comunidades, liturgia das Horas inculturada para o Brasil. Elaborou e divulgou uma proposta de roteiro para a Celebração dominical da Palavra, atendendo a inúmeras comunidades que celebram mediante a reunião, a escuta da Palavra e a oração comum.
          Com esta revista as Discípulas do Divino Mestre entendem colocar em prática o que recebeu como carisma do Bem-Aventurado Pe. Tiago Alberione: “Ser membros vivos e operantes na Igreja, contribuindo com o testemunho e o ministério, para que o povo de Deus viva a Liturgia como fonte de espiritualidade e cume de toda a vida cristã”. Apesar dos ventos contrários, a Revista de Liturgia tem se mantido fiel no caminho proposto pelo movimento litúrgico do século XX, vencendo dificuldades e se colocando a serviço.