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23º DOMINGO DO TEMPO COMUM

10 de setembro de 2017

O que segue é um Roteiro de Celebração dominical da Palavra presidida por ministro ou ministra leigo/a, mas os elementos podem ser úteis também para preparar a celebração eucarística. As leituras indicadas são do Lecionário dominical. Os comentários das leituras são para ajudar a equipe que prepara, não deve ser usada no momento da celebração. Depois do evangelho há uma pequena meditação para ajudar a quem deve fazer a homilia. A oração de ação de graças dentro do roteiro é uma proposta recitada. No final deste roteiro há uma versão cantada: a melodia se em encontra no CD COMEP, ‘Ação de Graças no Dia do Senhor’. Há ainda no final deste roteiro o rito da aspersão que sempre pode ser usado aos domingos no lugar do ato penitencial.



1. Aprofundando os textos bíblicos: Ezequiel 33,7-9; Salmo 95(94); Romanos 13,8-10; Mateus 18,15-20

O evangelho continua o discurso comunitário, iniciado com o apelo a viver como crianças para entrar no Reino de Deus (18,1s). Jesus ensina a restaurar  as relações comunitárias, quebradas por situações contrárias ao seu projeto, com a conversão, a escuta compreensiva, a correção fraterna centrada na oração. Ganhar o irmão, que corre o risco de perder-se com o afastamento da comunidade, requer a solicitude do pastor que procura a ovelha extraviada até encontrá-la (18,10-14). A atuação das testemunhas (Lv 19,15-18; Dt 19,15) deve favorecer a recuperação da vida das pessoas. A comunidade é interpelada a testemunhar relações de inclusão, como sinal da vida nova em Cristo. Os gentios e coletores de impostos são destinatários da missão de Jesus, revelador do Deus misericordioso que oferece vida digna a todos (9,10-13; 15,21-28). O ministério a serviço do Reino de Deus, confiado a Pedro (16,19), estende-se agora à comunidade dos discípulos, reunida, edificada e consolidada por Jesus (18,18-20; 28,20). Ao compartilhar o caminho com Jesus, os discípulos apreendem a agir com misericórdia e a confiar no Pai, que sabe o que é bom para a vida de seus filhos (6,8.32). Jesus manifesta a presença do Emanuel, Deus conosco (1,21-23), que guia a comunidade, chamada a permanecer nos seus ensinamentos: Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles. A leitura do profeta Ezequiel evoca a imagem das sentinelas a serviço do povo e como sinal da fidelidade à aliança. O salmo convida a ouvir a voz do Senhor. A leitura da carta aos Romanos mostra que a Lei já sinalizava para o amor ao próximo (Lv 19,18), mandamento que se cumpre plenamente em Jesus (Jo 13,34-35).


2. A palavra na vida

As comunidades cristãs carregam em si uma maneira nova de conviver e solucionar os conflitos interpessoais. Por mais frágil que seja, a comunidade é sinal de Deus e lugar de conversão aos seus caminhos.


3. A palavra na celebração

Pela invocação do Espírito Santo, para que nos tornemos um só corpo em Cristo, somos reanimados a viver o cotidiano da vida, na comunhão e na  solidariedade, na vigilância e no amor fraterno.

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