Celebração da Palavra

CELEBRAÇÃO DA PALAVRA | 11º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Domingo das Sementes do Reino

 

  11º do Tempo comum

O DIA DO SENHOR

1. CHEGADA – Cantos de Taizé:
Louvarei a Deus, seu nome bendizendo.
Louvarei a Deus, a vida nos conduz.

2. CANTO DE ABERTURA
Procissão, com a cruz e o livro da Palavra.
Sugestões de canto – CD Paulus: Cantos de abertura e comunhão: De todos os cantos viemos, faixa 2;
Vós sois o caminho, faixa 10;
Canta meu povo, faixa 11;
Entoai ao Senhor novo canto, faixa 13.
Nós somos o povo de Deus, faixa 6.
Liturgia VI: Toda a terra te adore, faixa 1.

3. SINAL DA CRUZ E SAUDAÇÃO
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
A graça e a paz do Senhor Jesus estejam com vocês.
Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

4. SENTIDO DA CELEBRAÇÃO E RECORDAÇÃO DA VIDA
O(a) animador(a), ou quem preside, com breves palavras introduz o sentido do domingo:
É bom estarmos aqui, neste dia de domingo, para reavivar nossa fé e nossa esperança na comunhão com o Ressuscitado, escutando e acolhendo a sua Palavra.
Se for o caso, alguém da equipe ou a própria assembleia pode trazer lembranças de fatos marcantes da semana, como sinais da páscoa do Cristo acontecendo na história.

5. ATO PENITENCIAL
De coração contrito e humilde, invoquemos a compaixão do Cristo, e imploremos sobre nós o seu perdão.
[breve silêncio]
Senhor que vieste para salvar, não para condenar, tem piedade de nós. Senhor tem piedade de nós.
Cristo, que acolhes quem confia em tua misericórdia, tem piedade de nós. Cristo, tem piedade de nós.
Senhor, que muito perdoas a quem muito ama, tem piedade de nós. Senhor tem piedade de nós.
Deus todo amoroso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.

6. GLÓRIA

7. ORAÇÃO
Quem preside faz a oração que segue:
Oremos ao Senhor… [breve silêncio]
Ó Deus, força que move e orienta nossas vidas,
escuta as nossas orações
e multiplica o pouco que somos
segundo a medida do teu amor.
Como nada podemos em nossa fraqueza,
dá-nos o socorro da tua graça,
para que possamos agir sempre conforme a tua vontade
e caminhar com alegria
na estrada dos teus mandamentos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Para a Liturgia da Palavra, seguir as leituras dos respectivos domingos no lecionário dominical.

8. PRIMEIRA LEITURA – Ezequiel 17,22-24
Ao povo de Deus que estava no cativeiro da Babilônia, acreditando que a vida tinha acabado para eles e que o futuro não mais existiria,
o profeta Ezequiel traz, em nome de Deus, esta palavra que ouviremos.
9. SALMO 92(91) H 3, p. 154-5
Como é bom agradecermos ao Senhor!
Como é bom agradecermos ao Senhor
e cantar salmos de louvor ao Deus altíssimo.
Anunciar pela manhã vossa bondade
e o vosso amor fiel a noite inteira.
O homem justo crescerá como a palmeira,
florirá igual ao cedro que há no Líbano;
na casa do Senhor estão plantados,
nos átrios de meu Deus florescerão.
Mesmo no tempo da velhice darão frutos,
cheios de seiva e de folhas verdejantes;
e dirão: “É justo mesmo o Senhor Deus,
meu rochedo, não existe nele o mal!”

10. SEGUNDA LEITURA 2Coríntios 5,6-10
Lançando mão da comparação com o exílio, Paulo explica o sentido cristão da vida e da morte e nos convida a uma atitude de confiança.

11. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHOH 3, p. 224
Aleluia, aleluia, aleluia! (bis)
Vem abrir nosso coração, Senhor,
ó Senhor, abre o nosso coração;
e, então, da palavra do teu Filho,
vamos ter, ó Senhor, compreensão!

12. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO Marcos 4,26-34
– Uma pessoa da casa faça pausadamente a leitura:
Leitura do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
Naquele tempo: 26Jesus disse à multidão: ‘O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. 27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. 28A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. 29Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou’. 30E Jesus continuou: ‘Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? 31O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. 32Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra’. 33Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. 34E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.
Palavra da Salvação.

13. MEDITAÇÃO
– Quem preside lê o texto abaixo e abre para a partilha do grupo:
A parábola da semente, que germina e cresce sem a interferência do agricultor, abre os nossos olhos para perceber que o reino é trabalho de Deus. Desfaz as ilusões de quem julga poder controlar a vinda do reino. O reino segue seu próprio percurso e pode manifestar-se a qualquer momento, independentemente dos esforços humanos e, muitas vezes, apesar de deles. Contudo isso não nos isenta de contribuir com o melhor de nós, para que o reino aconteça. O pequeno grão de mostarda pequena semente, insignificante está destinada a se tornar uma árvore frondosa, pela ação operosa de Deus.
Embora sejamos frágeis e portadores de muitas limitações, embora os sinais de paz revelem impotência diante da tirania que promove as armas e o aniquilamento dos fracos, essa palavra nos convida à esperança e nos anima a somar força na busca do bem comum. Será talvez uma esperança paciente, perseverante, mas, acreditando que quando menos se espera algo de bom pode acontecer.
Em nossa reunião de oração, fazendo memória de Jesus que venceu o fracasso e a morte, é momento forte para despertar a esperança de que um novo mundo é possível, apesar de todos os sinais contrários.

14. CREIO

15. PRECES
Irmãos e irmãs, Jesus intercede agora por todo o seu povo junto do Pai. Vamos nos unir à sua prece, dizendo:
Escuta-nos, Senhor.
– Ó Cristo, renova as comunidades cristãs na força do teu Espírito, para que testemunhem no mundo a paz e a unidade.
– Faze germinar as sementes do Reino que semeamos com o nosso trabalho.
– Ó Cristo, amigo dos pobres, reúne os que estão dispersos e sem orientação, sustenta os abandonados, nós te pedimos.
– Liberta, Senhor, os prisioneiros, acolhe os órfãos e as viúvas, ouve o clamor de todos os que sofrem.
Preces espontâneas… Quem preside conclui:
Atende, as nossas preces e guia-nos em teus caminhos, tu que és nosso irmão e nosso Salvador. Amém.

16. COLETA FRATERNA
É o momento de trazer donativos ou o dízimo para as necessidades da comunidade. Canto: Os cristãos tinham tudo em comum; onde reino o amor.

17. AÇÃO DE GRAÇAS
Terminada a coleta todos/as se levantam, quem preside se aproxima do altar e dá início à ação de graças.
[Se houver comunhão eucarística, os/as ministros/as trazem o pão consagrado para o altar antes da ação de graças].
Quem preside faz o convite, depois diz a oração, intercalando com o canto da assembleia:

O Senhor esteja com vocês.
Ele está no meio de nós!
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
É nosso dever e nossa salvação!

Nós te damos graças, ó Deus da vida,
porque neste dia santo de domingo
nos acolhes na comunhão do teu amor
e renovas nossos corações
com a alegria da ressurreição de Jesus.
Compadecendo-se da fraqueza humana,
ele nos libertou da morte e deu-nos a vida.

Nós te damos muitas graças,
te louvamos, ó Senhor.

Esta comunidade aqui reunida
recorda a vitória de Jesus sobre a morte,
escutando a sua Palavra e dando graças,
na esperança de ver o novo céu e a nova terra,
onde não haverá mais fome, nem morte, nem dor,
e onde viveremos na plena comunhão do teu amor.

Nós te damos muitas graças,
te louvamos, ó Senhor.

Envia sobre nós o teu Espírito,
apressa o tempo da vinda do teu reino,
e recebe o louvor de todo o universo
e de todas as pessoas que te buscam.

Nós te damos muitas graças,
te louvamos, ó Senhor.

Toda a nossa louvação chegue a ti em nome de Jesus,
por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou:
Pai nosso… pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

18. COMUNHÃO
Se houver comunhão, quem preside diz:
Relembrando de Jesus que, muitas vezes, reuniu-se com os seus para comer e beber, revelando que o teu reino havia chegado,
nós também nos alegramos com ele em nossa mesa.
E tomando nas mãos o pão consagrado, acrescenta:

Quem vem a mim nunca mais terá fome
e o que crê em mim nunca mais terá sede.
Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo!
Senhor, eu não sou digno(a)…

Canto de comunhão – CD Paulus, Cantos de abertura e comunhão: Nós somos muitos, faixa 14; O pão de Deus, faixa 15; Um cálice, faixa 19; Quem nos separará, faixa 21; Eu sou o pão, faixa 22. Silêncio…

Ó Deus, força de paz,
teu amor se manifesta em cada semente que germina
e em cada sinal de vida.
Que a terra e todo o universo sejam livres
das forças que destroem e que a humanidade se una
na busca da paz e da preservação da terra.
Ajuda-nos a assumir nossas fragilidades e limitações,
na certeza de que és tu
quem conduz o universo e a história.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Comunicações e avisos

19. BÊNÇÃO
O Senhor nos seja favorável, dirija para nós o seu rosto
e nos dê a paz. Amém. Abençoe-nos Pai e Filho e Espírito Santo.
Amém.
A alegria do Senhor seja a nossa força. Vamos em paz e o Senhor nos acompanhe.
Graças a Deus.

Roteiro: Penha Carpanedo, pddm, redatora da Revista de Liturgia e membro da Rede Celebra.

Imagem: Claúdio Pastro

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