1. ABERTURA
    Quem preside canta, os demais repetem:
  • Verdadeiramente, ressurgiu Jesus, [bis]
    Cantemos aleluia, resplandece a luz. [bis]
  • Eis que um santo dia, para nós brilhou, [bis]
    Nele, o Senhor agiu, sem fim seu amor. [bis]
  • Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. [bis]
    Glória à Trindade santa, glória ao Deus bendito. [bis]
  1. MOTIVAÇÃO
    Recordamos neste domingo, o encontro de Jesus, com 7 discípulos às margens do mar de Tiberíades, que os faz retomar o caminho depois do fracasso da cruz.
    Que a presença do ressuscitado entre nós, neste momento tão difícil, nos anime como animou a vida deles naquele dia.
  1. SALMO 118[117]
    Na oração deste salmo, vamos agradecer a Deus, porque em Jesus a morte foi vencida e porque nos é dada a graça de participar desta vitória.
  1. Rendei graças ao Senhor,
    que seu amor é sem fim!
    Diga o povo de Israel,
    que seu amor é sem fim!
    Digam já seus sacerdotes,
    que seu amor é sem fim!
    Digam todos que o temem,
    que seu amor é sem fim!
  1. Fui ouvido e agradeço,
    pois seu amor é sem fim.
    Vede só que maravilha,
    pois seu amor é sem fim.
    De uma pedra rejeitada,
    pois seu amor é sem fim.
    Fez a pedra angular,
    pois seu amor é sem fim.
  1. Eis o dia do Senhor,
    alegres, nele exultemos!
    Eis o dia em que ele agiu,
    alegres, nele exultemos!
    Eis o dia que ele fez,
    alegres, nele exultemos!
    Vem salvar-nos, ó Senhor,
    alegres, nele exultemos!
  1. Rendei graças ao Senhor,
    pois seu amor é sem fim!
    Deus é bom, rendei-lhe graças,
    pois seu amor é sem fim!

Oração silenciosa

  1. ORAÇÃO
    Ó Deus, que o vosso povo sempre exulte pela sua renovação espiritual, para que, tendo recuperado agora com alegria a condição de filhos e filhas de Deu, espere com plena confiança o dia da ressurreição.
    Por Cristo nosso Senhor. Amém.
  1. LEITURA DO EVANGELHO – Joao 21,1-19
    Leitura do Evangelho de são João.
    Naquele tempo: Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades.
    A aparição foi assim: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus.
    Simão Pedro disse a eles: ‘Eu vou pescar’. Eles disseram:’Também vamos contigo’. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite.
    Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. Então Jesus disse: ‘Moços, tendes alguma coisa para comer?’
    Responderam: ‘Não’. Jesus disse-lhes: ‘Lançai a rede à direita da barca, e achareis.’ Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da
    quantidade de peixes. Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: ‘É o Senhor!’ Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu,
    e atirou-se ao mar.Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros.
    Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. Jesus disse-lhes: ‘Trazei alguns dos peixes que apanhastes’.Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra.
    Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu.Jesus disse-lhes: ‘Vinde comer’. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor.
    Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe.Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos.
    Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: ‘Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?’ Pedro respondeu: ‘Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo’. Jesus disse: ‘Apascenta os meus cordeiros’.E disse de novo a Pedro: ‘Simão, filho de João, tu me amas?’
    Pedro disse: ‘Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo’. Jesus lhe disse: ‘Apascenta as minhas ovelhas’.Pela terceira vez, perguntou a Pedro: ‘Simão, filho de João, tu me amas?’ Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo’.
    Jesus disse-lhe: ‘Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir.’Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou : ‘Segue-me’.

    Palavra da salvação.
  2. MEDITAÇÃO

Os presentes podem dizer o que chamou a atenção no Evangelho. Em seguida, quem preside lê o texto abaixo:

A terceira manifestação do Ressuscitado, revelada por João, tem lugar ao ar livre no contexto do trabalho cotidiano.
Além das imagens da pesca e do pastoreio, a narrativa está repleta de símbolos da missão: “terceira vez que Jesus se manifesta” designando a sua importância,

“sete discípulos” indicando à totalidade, a noite como ausência de Jesus, a manhã como tempo de sua revelação; a rede que não se rompe remetendo à unidade da
Igreja, a tríplice afirmação de fé de Pedro contrapondo-se com a sua tríplice negação.
Há no relato uma cumplicidade entre Jesus e a comunidade, que tudo transfigura: a passagem da pesca frustrada à abundância de peixes, da noite ao amanhecer,
do sentimento de ausência do Mestre para a experiência de sua presença.

A narrativa é tecida na relação Pedro-discípulo amado. Este aparece junto de Pedro na ultima ceia e na manhã da ressurreição. Neste relato, é ele que diz a Pedro “é o Senhor”.
Na manhã da páscoa ele chega antes ao túmulo, mas deixa que Pedro entre por primeiro. E o relato termina com Jesus dizendo a Pedro: “Segue-me”.
Ele discípulo que não tem nome, é a própria consciência da Igreja e cada um, cada uma de nós na vocação de seguir Jesus. Quando nos distanciamos desta consciência corremos o risco
de cair numa relação de poder [clericalismo].

No diálogo entre Jesus e Pedro é isso o que Jesus quer de Pedro: a consciência de que a missão só terá êxito no amor feito ágape, entrega, compaixão. Como Jesus teve compaixão de Pedro.

  1. PRECES
    Invoquemos a Cristo, e confiemos a ele as nossas preces:
    Escuta-nos, ó salvador!
  • Senhor ressuscitado, luz no meio da noite, vem iluminar a Igreja na obscuridade do tempo presente.
    Escuta-nos, ó salvador!.
  • Senhor ressuscitado, presença escondida em nosso cotidiano, abre os nossos olhos aos teus sinais e guia-nos em teus passos.
    Escuta-nos, ó salvador!
  • Senhor ressuscitado, razão do nosso viver, lembra-te das pessoas que estão entregues ao fracasso, e buscam um sentido em suas vidas.
    Escuta-nos, ó salvador!
  • Preces espontâneas…
  1. PAI NOSSO

Oremos a oração que Jesus nos ensinou:
Pai nosso…

  1. BÊNÇÃO

Aquele que nos renova para a vida nova em Cristo nos cumule de esperança e nos dê o dom da imortalidade. Amém.
Abençoe-nos, o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Amém.

ORAÇÃO À MESA
Antes de sentar-se à mesa quem preside faz a bênção:

Senhor ressuscitado, tu que preparaste o alimento aos teus discípulos à beira do mar, e os alegraste com uma refeição, vem à nossa mesa e dá-nos a alegria da tua presença.
A nós que recebemos o dom da tua Palavra, concede a tua bênção sobre nós e estes alimentos e, renova na humanidade a esperança de que, dos fracassos que abalam nossas vidas pode nascer vida nova.
A ti a glória pelos séculos. Amém.

Em nome do Pai e o Filho e o Espírito Santo. Amém.

Roteiro Penha Carpanedo, pddm

Desenho Kelly de Oliveira, pddm
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