Domingo da tempestade acalmada

12º do Tempo comum

O DIA DO SENHOR

  1. CHEGADA – Cantos de Taizé:
    Louvarei a Deus, seu nome bendizendo.
    Louvarei a Deus, a vida nos conduz.
  2. CANTO DE ABERTURA
    Procissão, com a cruz e o livro da Palavra.
    Sugestões de canto – CD Paulus: Cantos de abertura e comunhão: De todos os cantos viemos, faixa 2; Vós sois o caminho, faixa 10; canta, meu povo, faixa 11; entoai ao Senhor novo canto, faixa 13. Nós somos o povo de Deus, faixa 6. Liturgia VI: Toda a terra te adore, faixa 1.
  3. SINAL DA CRUZ E SAUDAÇÃO
    Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
    A graça e a paz do Senhor Jesus estejam com vocês.
    Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
  4. SENTIDO DA CELEBRAÇÃO E RECORDAÇÃO DA VIDA
    O(a) animador(a), ou quem preside, com breves palavras introduz o sentido do domingo:
    Pela palavra de Jesus, somos libertados de todo medo que toma conta da gente e revestidos de confiança em Deus que cuida de nós com carinho. Em nossa oração recordemos as pessoas e grupos que testemunham firmeza e coragem diante das pressões e turbulências da vida.
    Se for o caso, alguém da equipe ou a própria assembleia pode trazer lembranças de fatos marcantes da semana, como sinais da páscoa do Cristo acontecendo na história.
  5. ATO PENITENCIAL
    De coração contrito e humilde, invoquemos a compaixão do Cristo, e imploremos sobre nós o seu perdão.
    [breve silêncio]
    Senhor que vieste para salvar, não para condenar, tem piedade de nós. Senhor tem piedade de nós.
    Cristo, que acolhes quem confia em tua misericórdia, tem piedade de nós. Cristo, tem piedade de nós.
    Senhor, que muito perdoas a quem muito ama, tem piedade de nós. Senhor tem piedade de nós.
    Deus todo amoroso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.
  6. GLÓRIA
  7. ORAÇÃO INICIAL
    Oremos ao Senhor…
    [breve silêncio]
    Ó Deus, dá-nos por toda a vida a graça de te amar e temer, pois nunca cessas de conduzir os que firmas em teu amor.
    Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
  8. PRIMEIRA LEITURA – Jó 38,1.8-11
    O mar na bíblia é considerado como o lugar d das forças do mal. Considerando este o simbolismo, escutemos essa palavra que Deus diz a Jó, o justo sofredor, acolhendo-a como palavra de Deus para nós
  9. SALMO 107(106)
    Demos graças a Deus porque nos revela o seu rosto no meio das tempestades da vida.

Dai graças ao Senhor, porque ele é bom,
porque eterna é a sua misericórdia!

Os que sulcaram o alto mar em seus navios ,
para ir comerciar nas grandes águas,
Testemunharam os prodígios do Senhor
E as suas maravilhas no alto mar.

Ele ordenou e levantou-se o furacão
arremessando grandes ondas para o alto
aos céus subiam e desciam aos abismos
seus corações desfaleciam de pavor.

Mas gritaram ao Senhor na aflição
e ele os libertou daquela angústia
transformou a tempestade em brisa mansa
e as ondas do oceano se calaram

  1. SEGUNDA LEITURA – 2Coríntios 5,14-17
    Paulo nos convida a uma nova maneira de viver, segundo Jesus Cristo ressuscitado. Vamos acolher de todo o coração esse convite
  2. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO (H 3, p. 224)
    Aleluia, aleluia, aleluia! (bis)
    Louva, Jerusalém ao teu Deus
    Que envia sobre a terra a tua palavra
  3. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO – Marcos 4, 35-41
    Na compreensão dos antigos, a natureza tinha uma força que ninguém podia ultrapassar, e que se manifestava no vento forte da tempestade. Marcos mostra neste episódio as dificuldades dos discípulos em seguir Jesus e como Jesus se revela a eles no meio dessas dificuldades.
    Na compreensão dos artigos antigos O(a) leitor(a) se dirige se dirige à assembleia com esta saudação:
    O Senhor esteja com vocês.
    Ele está no meio de nós.
    Fazendo o sinal-da-cruz na fronte, na boca e no peito:
    Anúncio da boa-nova de Jesus Cristo segundo…
    Glória a vós, Senhor.
    Proclama o evangelho e no final da leitura conclui dizendo:
    Palavra da Salvação.
    Glória a vós, Senhor.
    Beija o livro e o mostra para a assembleia, que se inclina, num gesto de adesão à Palavra.
  4. HOMILIA – para quem prepara a homilia
    No evangelho de Marcos, os discípulos participam ativamente da vida e missão de Jesus. Estiveram com ele quando curou toda doença e expulsou demônios. Mas, de repente, Jesus parecia um estranho. Dentro dos discípulos havia algo que não se ajustava. No momento da crise, nenhum sinal de confiança na sua presença. Diante da tempestade, acordaram Jesus, tomados de tanto medo que Jesus estranhou a reação deles: “Então vocês não têm fé?”
    O sono de Jesus no meio da tempestade lembra a crise da paixão, mas seu despertar nos coloca na experiência da sua ressurreição. Os discípulos se dão conta do que está acontecendo e se perguntam: “Quem é este homem a quem até o vento e o mar obedecem?” Jesus manifesta seu poder acalmando as ondas do mar, símbolo dos poderes adversos. Revela a presença permanente de Deus que conduz a história, mesmo quando temos a impressão de vivermos no meio de um caos. Chama a nossa atenção para os medos que nos habitam e nos paralisam. Lembra que o contrário do medo é a fé.
    A celebração é um ato de fé na presença de Deus em nossa vida e nos acontecimentos da caminhada; desperta em nós a confiança e nos liberta do medo; dá uma palavra de ânimo para nossas comunidades, atingidas por ondas de violência, de corrupção política, de desemprego e até mesmo pelo descuido pastoral.
  5. PRECES
    Oremos a Cristo, a testemunha fiel, que intercede por nós junto do Pai e oremos:
    Escuta-nos, Senhor.
  • Senhor Jesus, sustenta as comunidades cristãs, para que fiéis à tua palavra sejam renovadas na fé e na missão que lhe foi confiada.
  • Dá ao teu povo, amedrontado pelas tempestades do momento presente, a força da fé e da confiança em ti.
  • Fortalece os defensores do meio ambiente, os profissionais da saúde e todas as pessoas que dão a vida para que a paz e o amor prevaleçam.
  • Firma, as organizações populares que lutam por terra e moradia, que nunca lhes falte determinação na busca de melhores dias para o teu povo.
  • Preces espontâneas… Quem preside conclui:
    Atende-nos, ó Pai, por Cristo Jesus, na unidade do Espírito Santo. Amém.
  1. PARTILHA FRATERNA
    É o momento também de trazer donativos para as necessidades da comunidade, enquanto a assembleia canta. Nas comunidades onde se costuma fazer partilha de alimentos, coloca-se sobre o altar neste momento, alimentos a serem partilhados.
    Onde reina o amor, fraterno amor, / onde reina o amor, Deus aí está.
    Ou:
    Quem disse que não somos nada,
    que não temos nada para oferecer:
    repare nossas mãos abertas,
    trazendo as ofertas do nosso viver.
    Onde há o costume da comunhão eucarística, terminada a partilha fraterna quem preside faz o seguinte convite:
    Colocando agora sobre este altar o pão consagrado, que é sacramento do corpo do Senhor, vamos ao seu encontro, reconhecendo nele o Cordeiro de Deus que se entregou para dar vida nova a todo o universo e a cada um, cada uma de nós.
    Ministros/as trazem o pão consagrado e o colocam sobre o altar. Quem coordena levanta-se, dirige-se ao altar e faz uma breve inclinação. Depois prossegue com o momento da ação de graças.
    Quando há comunhão eucarística.
  2. CONVITE À AÇÃO DE GRAÇAS
    O Senhor esteja com vocês.
    Ele está no meio de nós!
    Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
    É nosso dever e nossa salvação!
  3. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS
    O(a) coordenador(a) proclama a oração intercalando com o canto da assembleia:

Nós te damos graças, ó Deus da vida,
porque neste dia santo de domingo
nos acolhes na comunhão do teu amor
e renovas nossos corações com a alegria da ressurreição de Jesus.

Glória a ti, Senhor, graças e louvor.

Esta comunidade aqui reunida
recorda a vitória de Jesus sobre a morte,
escutando a sua Palavra e dando graças,
na esperança de ver o novo céu e a nova terra,
onde não haverá mais fome, nem morte, nem dor,
e onde viveremos na plena comunhão do teu amor.

Glória a ti, Senhor, graças e louvor.

Envia sobre nós o teu Espírito,
apressa o tempo da vinda do teu reino,
e recebe o louvor de todo o universo
e de todas as pessoas que te buscam.

Glória a ti, Senhor, graças e louvor.

Toda a nossa louvação chegue a ti em nome de Jesus,
por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou:
Pai nosso… pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

19.RITO DA COMUNHÃO
Quem preside tomando nas mãos o prato com as hóstias diz:

Assim disse Jesus: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome e o que crê em mim nunca mais terá sede”.
Mostrando o pão consagrado:

Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo!
Senhor, eu não sou digno(a)…
Distribuição da comunhão acompanhado do canto, seguido de um tempo de silêncio… Quem preside faz a oração pós-comunhão, do missal, ou a que segue.

Canto de comunhão
O reino de Deus, qual grão de mostarda, H 3, p. 265; Um pouco além do presente, ODC, p. 276.

  1. ORAÇÃO FINAL
    Ó Deus de compaixão,
    em tuas mãos entregamos
    as angústias que nos invadem
    e os medos que nos assaltam.
    Colocamos também as alegrias
    que nos renovam e as
    esperanças que nos animam.
    Firma-nos, e a todos os que te procuram,
    na confiança do teu amor.

Por Cristo Jesus, nosso Senhor. Amém.

  1. COMUNICAÇÕES
  2. BÊNÇÃO

O Senhor nos abençoe e nos guarde. Amém.
O Senhor faça brilhar sobre nós a sua face e nos seja favorável. Amém.
O Senhor dirija para nós o seu rosto e nos dê a paz. Amém.
Abençoe-nos o Pai, e o Filho e o Espírito Santo. Amém.

A alegria do Senhor seja a nossa força. Vamos em paz e o Senhor nos acompanhe. Graças a Deus.

Roteiro: Penha Carpanedo, pddm, redatora da Revista de Liturgia e membro da Rede Celebra.

Imagem: Claúdio Pastro

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