Celebração da Palavra

CELEBRAÇÃO DOMINICAL DA PALAVRA: 32º DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO C

32º DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO C

10 de novembro de 2019

1. CHEGADA – Cantos de Taizé:
Louvarei a Deus, seu nome bendizendo.
Louvarei a Deus, a vida nos conduz.

2. CANTO DE ABERTURA
Procissão, com a cruz e o livro da Palavra.
Sugestões de canto – CD Paulus: Cantos de abertura e comunhão: De todos os cantos viemos, faixa 2; Vós sois o caminho, faixa 10; Canta meu povo, faixa 11; Entoai ao Senhor novo canto, faixa 13.  Nós somos o povo de Deus, faixa 6. Liturgia VI: Toda a terra te adore, faixa 1.

3. SINAL DA CRUZ E SAUDAÇÃO
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
A graça e a paz do Senhor Jesus estejam com vocês.
Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

4. SENTIDO DA CELEBRAÇÃO
O(a) animador(a), ou quem preside, com breves palavras introduz o sentido do domingo: É bom estarmos aqui, neste dia de domingo, para reavivar nossa fé na comunhão com o Ressuscitado,
renovando nossa esperança no Deus da vida.
Se for o caso, alguém da equipe ou a própria assembleia pode trazer lembranças de fatos marcantes
da semana, como sinais da páscoa do Cristo acontecendo na história.                                             

5. ATO PENITENCIAL
De coração contrito e humilde, invoquemos a compaixão do Cristo, e imploremos sobre nós o seu perdão.
[breve silêncio]

Senhor que vieste para salvar, não para condenar, tem piedade de nós.
Senhor, tem piedade de nós.
Cristo, que acolhes quem confia em tua misericórdia, tem piedade de nós.
Cristo, tem piedade de nós.
Senhor, que muito perdoas a quem muito ama, tem piedade de nós.
Senhor, tem piedade de nós.
Deus todo amoroso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. Amém.

6. GLÓRIA

7. ORAÇÃO
Deus de bondade e de ternura,
afasta de nós toda acomodação e instalação,
para que possamos, de coração disponível,
nos dedicar ao serviço do teu reino.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Para a Liturgia da Palavra, seguir as leituras dos respectivos domingos no lecionário dominical.

8. PRIMEIRA LEITURA – 2Macabeus 7,1-2.9-14

Cerca do ano de 175 a.C., o povo de Israel, dominado pelo império helênico, é forçado a abandonar seus costumes e adotar a cultura grega.
Neste contexto, dá-se o episódio que ouviremos, uma das primeiras vezes no Antigo Testamento onde é proclamada a fé na ressurreição.

9. SALMO RESPONSORIAL 17(16) (H 3, p. 184-5)

Como o peregrino que pernoita no templo aguardando a justiça de Deus, renovemos nossa confiança na proteção que dele nos vem e peçamos
que ele nos dê a firmeza que fez os irmãos Macabeus darem a vida em troca da fidelidade à sua aliança.

Ao despertar, me saciará vossa presença,
e verei a vossa face.

Ó Senhor, ouvi a minha justa causa,
escutai-me e atendei o meu clamor.
Inclinai o vosso ouvido à minha prece,
pois não existe falsidade nos meus lábios.

Os meus passos eu firmei na vossa estrada
e, por isso, os meus pés não vacilaram.
Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis,
inclinai o vosso ouvido e escutai-me.

Protegei-me, qual dos olhos a pupila,
e guardai-me à proteção de vossas asas.
Mas eu verei, justificado, a vossa face
e, ao despertar, me saciará vossa presença.

10. SEGUNDA LEITURA – 2Tessalonicenses 2,16 – 3,5
Vendo seus irmãos e irmãs da Tessalônica, confrontados com a maldade dos que não crêem, Paulo dá o seguinte conselho.

11. ACLAMAÇÃO – H 3, p. 245

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia!
Eu sou a ressurreição.
Eu sou a vida, eu sou;
não morrerá para sempre
quem crê em mim, diz o Senhor.

12. EVANGELHO Lucas 20,27-38
Para os saduceus, grupo que controlava os altos postos sacerdotais, a fé na ressurreição era simples tradição humana,  não tendo sido revelada por Deus. Escutemos este diálogo entre Jesus e os saduceus, e recebamos do Senhor uma boa notícia.

13. HOMILIA
Cerca de duzentos anos antes de Cristo, a partir da revolta dos Macabeus, formou-se em Israel a fé de que os justos ressuscitariam, enquanto os ímpios seriam esquecidos. Era uma convicção muito difundida, da qual os saduceus, a aristocracia sacerdotal e muito conservadores, não partilhavam, contrariando a crenças farisaicas na ressurreição corpórea dos justos e na existência de espíritos. Preocupados com a manutenção de seus privilégios e querendo enfraquecer a influência de Jesus, apresentam um caso, baseado numa tradição de Israel – a lei do levirato (Dt 25,5-10): quando um homem morre sem deixar filhos, seu irmão deve tomar sua mulher para dar descendência ao falecido. A resposta de Jesus é clara: não se pode aplicar para vida de Deus as mesmas leis que regem as instituições e costumes humanos. Os saduceus estão equivocados em sua compreensão sobre a ressurreição, pois esta não é uma
repetição desta vida, mas uma realidade completamente nova, ultrapassando as leis biológicas e psíquicas agora existentes, atingindo a própria realidade da vida de Deus. A refutação dos saduceus por Jesus desperta a admiração de alguns escribas, provavelmente fariseus, mas esse foi mais um aplauso político do que uma adesão real ao ensinamento de Jesus. A resposta de Jesus reduz ao silêncio os adversários. A fé na ressurreição não pode ser objeto de discussão intelectual sobre o que vai acontecer depois da morte, mas um modo de viver a própria vida presente que nos faz, como ensinava o apóstolo Paulo aos romanos, não nos conformarmos às estruturas deste mundo, mas a nos transformamos pela renovação do coração e da mente.
Nesta celebração, recordando a páscoa de Jesus, peçamos que o Pai ponha em nós a força do seu amor, para que
possamos viver em nossas comunidades, em nossas famílias e em nossas relações a comunhão querida por Deus e a alegria do reino que esperamos.

Livro Dia do Senhor Rito da Celebração da Palavra

Livro Celebrando o Dia do Senhor – Tempo Comum ABC

14. CREIO

15. PRECES

Irmãos e irmãs, Jesus intercede agora por todo o seu povo junto do Pai.
Vamos nos unir à sua prece, dizendo:

Escuta-nos, Senhor.

– Ó Cristo, renova as comunidades cristãs na força do teu Espírito, para que testemunhem no mundo a paz e a unidade.
– Ó Cristo, amigo dos pobres, reúne os que estão dispersos e sem orientação, sustenta os abandonados, nós te pedimos.
– Liberta, Senhor, os prisioneiros, acolhe os órfãos e as viúvas, ouve o clamor de todos os que sofrem.

Preces espontâneas… Quem preside conclui:
Atende as nossas preces e guia-nos em teus caminhos, tu que és nosso irmão e nosso Salvador. Amém.

16. COLETA FRATERNA
É o momento de trazer donativos ou o dízimo para as necessidades da comunidade. Canto: Os cristãos tinham tudo em comum; onde reino o amor.

17. AÇÃO DE GRAÇAS
Terminada a coleta todos/as se levantam, quem preside se aproxima do altar e dá início à ação de graças.
[Se houver comunhão eucarística, os/as ministros/as trazem o pão consagrado para o altar antes da ação de graças].

O Senhor esteja com vocês.
Ele está no meio de nós!
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
É nosso dever e nossa salvação!

Nós te damos graças, ó Deus da vida,
porque neste dia santo de domingo
nos acolhes na comunhão do teu amor
e renovas nossos corações
com a alegria da ressurreição de Jesus.
Compadecendo-se da fraqueza humana,
ele nos libertou da morte e deu-nos a vida.

Nós te damos muitas graças,
te louvamos, ó Senhor.

Esta comunidade aqui reunida
recorda a vitória de Jesus sobre a morte,
escutando a sua Palavra e dando graças,
na esperança de ver o novo céu e a nova terra,
onde não haverá mais fome, nem morte, nem dor,
e onde viveremos na plena comunhão do teu amor.

Nós te damos muitas graças,
te louvamos, ó Senhor.

Envia sobre nós o teu Espírito,
apressa o tempo da vinda do teu reino,
e recebe o louvor de todo o universo
e de todas as pessoas que te buscam.

Nós te damos muitas graças,
te louvamos, ó Senhor.

Toda a nossa louvação chegue a ti em nome de Jesus,
por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou:
Pai nosso… pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

18. ABRAÇO DA PAZ

Saudemo-nos, uns aos outros, com o sinal da reconciliação e da paz!
Não havendo comunhão, passa-se daqui, para a oração [n. 20].

19. COMUNHÃO
Se houver comunhão, quem preside diz:

Relembrando de Jesus que, muitas vezes,
reuniu-se com os seus para comer e beber,
revelando que o teu reino havia chegado,
nós também nos alegramos com ele em nossa mesa.

E tomando nas mãos o pão consagrado, acrescenta:

Quem vem a mim nunca mais terá fome
e o que crê em mim nunca mais terá sede.

Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo!
Senhor, eu não sou digno(a)…

Canto de comunhão – CD Paulus,
Cantos de abertura e comunhão: Nós somos muitos, faixa 14;
O pão de Deus, faixa 15; Um cálice, faixa 19; Quem nos separará, faixa 21; Eu sou o pão, faixa 22.

Silêncio

20. ORAÇÃO
Ó Deus, pai e mãe, criador da vida e protetor dos vivos,
nós te bendizemos pelo pão que comemos, sinal da tua
comunhão conosco em teu filho Jesus Cristo.
Renova a nossa fé e ajuda-nos a trabalhar com
perseverança para construir, aqui na terra,
o reino de justiça que aguardamos.
Atende-nos, ó nosso Deus, em nome de Jesus,
nosso Senhor. Amém.

Comunicações e avisos

21. BÊNÇÃO
O Senhor nos seja favorável, dirija para nós o seu rosto
e nos dê a paz. Amém.
Abençoe-nos o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Amém.
A alegria do Senhor seja a nossa força. Vamos em paz e o Senhor nos acompanhe. Graças a Deus.

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Revista de Liturgia Ed 275 – A ação de Graças na Celebração dominical da Palavra

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